A primeira se deu na multiplicação dos pães e peixes, para a alimentação de uma multidão de seguidores: “Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os...” (Mt 14.18-21; Jo 6.11). Quando alimentou cerca de cinco mil pessoas.
A segunda, de mesma circunstância foi quando Jesus “tomou os sete pães e dois peixes, e, tendo dado graças, partiu e deu aos seus discípulos, para que distribuíssem... Todos comeram e ser fartaram... eram quatro mil, além das mulheres e crianças” (Mt 15.36-38).
Contudo esses dois milagres jamais se compararão em números à terceira multiplicação dos pães e dos peixes, Quando Jesus “tomando um pão, e tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim” (Lc 22:19).
Este banquete não foi oferecido num campo ou numa planície, mas num cenáculo. Não era dia comum. Era a última páscoa: a primeira Santa Ceia. E este pão oferecido há mais de dois mil anos ainda está se multiplicando sobre a mesa de milhares de milhares para alimentar milhões de milhões desses cristãos: peixes que se multiplicam num infindo milagre. O peixe é o símbolo do cristianismo.
Portanto não haverá cestos que possam recolher os pedaços desse Pão Celestial, posto que nem o universo poderá contê-Lo; nem os nacos desses peixes, cristãos nesta tão graciosa multiplicação. (Tchai Hoth).
16 de abr. de 2014
15 de abr. de 2014
Dúvidas Pascoais - Qualquer semelhança é mera coincidência...
Dúvidas Pascoais
Carlinhos - Papai, o que é Páscoa?
Jorge - (sem tirar o olho do jornal) Ora, Páscoa é...... Bem… É uma festa religiosa!
Carlinhos - Igual Natal?
Jorge - É parecido. (olha pro filho) Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição (volta a ler o jornal).
Carlinhos - Ressurreição?
Jorge - É, ressurreição. (grita) Marta, vem cá!
Marta - Sim? (em off)
Jorge - (falando alto para a Marta que ainda não apareceu na sala) Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu (Marta aparece) poder ler o meu jornal.
Marta - (Abaixa-se junto ao filho) Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
Carlinhos - Mais ou menos…. Mamãe, Jesus era um coelho?
Marta - Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino é cristão! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir na igreja pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no EBD!
Carlinhos - Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
Marta - É filho, Jesus e Deus são o mesmo ser . Você vai estudar isso na Escola Bíblica Dominical. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
Carlinhos - O Espírito Santo também é Deus?
Marta-É sim.
Carlinhos - E Minas Gerais?
Marta - Sacrilégio!!!
Carinhos - É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
Marta - Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar na EBD a professora explica tudinho!
Carlinhos - Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
Marta - (levantando-se) Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
Carlinhos - Coelho bota ovo?
Marta - Chega! (Marta sai) Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
(Carlinhos volta a comer...)
Carlinhos - Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
Jorge - Era, era melhor, ou então urubu.
Carlinhos - Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
Jorge - isso eu sei: na sexta-feira santa.
Carlinhos - Que dia e que mês?
Jorge - ????????? (para de ler o jornal) Sabe que eu nunca pensei nisso? (olha pro filho) Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
Carlinhos - Um dia depois.
Jorge - Não, três dias.
Carlinhos - Então morreu na quarta-feira.
Jorge - Não, morreu na sexta-feira santa… Ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora da EBD!
(O pai volta a sua leitura... tempo de silêncio... menino olha na janela...)
Carlinhos - Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
Jorge - É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
Carlinhos - O Judas traiu Jesus no sábado?
Jorge - Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
Carlinhos - Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
Jorge - É, boa pergunta. Filho, atende o telefone pro papai. Se for um tal de Rogério diz que eu saí.
Carlinhos - Alô, quem fala?
Rogério - Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está? (este texto pode ser suprimido ou falado em off)
Carlinhos - Não, o pai foi comprar um ovo de Páscoa pra mim. Ligue mais tarde, tchau.
Carlinhos - Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
Jorge - Cristo. Jesus Cristo.
Carlinhos - Só?
Jorge - Que eu saiba sim, por quê?
Carlinhos - Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
Jorge - Coitada!
Carlinhos - Coitada de quem?
Jorge - Da sua professora da EBD.
Palco escurece
Carlinhos - Papai, o que é Páscoa?
Jorge - (sem tirar o olho do jornal) Ora, Páscoa é...... Bem… É uma festa religiosa!
Carlinhos - Igual Natal?
Jorge - É parecido. (olha pro filho) Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição (volta a ler o jornal).
Carlinhos - Ressurreição?
Jorge - É, ressurreição. (grita) Marta, vem cá!
Marta - Sim? (em off)
Jorge - (falando alto para a Marta que ainda não apareceu na sala) Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu (Marta aparece) poder ler o meu jornal.
Marta - (Abaixa-se junto ao filho) Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
Carlinhos - Mais ou menos…. Mamãe, Jesus era um coelho?
Marta - Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino é cristão! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir na igreja pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no EBD!
Carlinhos - Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
Marta - É filho, Jesus e Deus são o mesmo ser . Você vai estudar isso na Escola Bíblica Dominical. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
Carlinhos - O Espírito Santo também é Deus?
Marta-É sim.
Carlinhos - E Minas Gerais?
Marta - Sacrilégio!!!
Carinhos - É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
Marta - Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar na EBD a professora explica tudinho!
Carlinhos - Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
Marta - (levantando-se) Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
Carlinhos - Coelho bota ovo?
Marta - Chega! (Marta sai) Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
(Carlinhos volta a comer...)
Carlinhos - Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
Jorge - Era, era melhor, ou então urubu.
Carlinhos - Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
Jorge - isso eu sei: na sexta-feira santa.
Carlinhos - Que dia e que mês?
Jorge - ????????? (para de ler o jornal) Sabe que eu nunca pensei nisso? (olha pro filho) Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
Carlinhos - Um dia depois.
Jorge - Não, três dias.
Carlinhos - Então morreu na quarta-feira.
Jorge - Não, morreu na sexta-feira santa… Ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora da EBD!
(O pai volta a sua leitura... tempo de silêncio... menino olha na janela...)
Carlinhos - Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
Jorge - É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
Carlinhos - O Judas traiu Jesus no sábado?
Jorge - Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
Carlinhos - Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
Jorge - É, boa pergunta. Filho, atende o telefone pro papai. Se for um tal de Rogério diz que eu saí.
Carlinhos - Alô, quem fala?
Rogério - Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está? (este texto pode ser suprimido ou falado em off)
Carlinhos - Não, o pai foi comprar um ovo de Páscoa pra mim. Ligue mais tarde, tchau.
Carlinhos - Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
Jorge - Cristo. Jesus Cristo.
Carlinhos - Só?
Jorge - Que eu saiba sim, por quê?
Carlinhos - Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
Jorge - Coitada!
Carlinhos - Coitada de quem?
Jorge - Da sua professora da EBD.
Palco escurece
11 de abr. de 2014
As Sete Palavras da Cruz. 1.ª - Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.
1. PAI, PERDOA-LHES... (LUCAS 23:34)
“Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes”. (Lucas 23:34)
Aqui encontramos Jesus Cristo no exercício de seu sacerdócio.Vale observar que tão logo o sangue do Cordeiro de Deus, começou a fluir; Jesus, o Grande Sumo Sacerdote começou a interceder.
Foi quando o homem deu o pior de si que Jesus orou. Orou não por justiça, mas por misericórdia. Rogou para que seus Inimigos fossem perdoados. E isto não após suas feridas terem sido saradas, mas enquanto elas estavam sendo abertas.
Palavras de perdão saíam de seus lábios enquanto os pregos eram cravados em seu corpo, quando a dor era mais intensa, quando a aflição era mais aguda.
Foi neste momento, em que a dor era inconcebível,que ele, vítima do maior crime da história, orou pelos criminosos.
Jesus proclamou na cruz, de maneira eloqüente, uma lei superior. Ele sabia que a antiga filosofia do olho por olho, e dente por dente, deixaria todo o mundo cego e banguela.
Jesus não combatia o mal com o mal. Ele combatia o mal com o bem. E embora crucificado pelo ódio, reagiu com um enérgico e ativo amor.
Será que também podemos dizer “Pai” enquanto estamos sendo crucificados? Será que podemos orar pelo perdão dos que estão tentando nos destruir? Será que temos fé suficiente para deixar o juízo nas mãos de nosso Pai celestial?
Do primeiro brado da cruz ecoa a única palavra sem a qual não podemos ser salvos: Perdão.
“Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes”. (Lucas 23:34)
Aqui encontramos Jesus Cristo no exercício de seu sacerdócio.Vale observar que tão logo o sangue do Cordeiro de Deus, começou a fluir; Jesus, o Grande Sumo Sacerdote começou a interceder.
Foi quando o homem deu o pior de si que Jesus orou. Orou não por justiça, mas por misericórdia. Rogou para que seus Inimigos fossem perdoados. E isto não após suas feridas terem sido saradas, mas enquanto elas estavam sendo abertas.
Palavras de perdão saíam de seus lábios enquanto os pregos eram cravados em seu corpo, quando a dor era mais intensa, quando a aflição era mais aguda.
Foi neste momento, em que a dor era inconcebível,que ele, vítima do maior crime da história, orou pelos criminosos.
Jesus proclamou na cruz, de maneira eloqüente, uma lei superior. Ele sabia que a antiga filosofia do olho por olho, e dente por dente, deixaria todo o mundo cego e banguela.
Jesus não combatia o mal com o mal. Ele combatia o mal com o bem. E embora crucificado pelo ódio, reagiu com um enérgico e ativo amor.
Será que também podemos dizer “Pai” enquanto estamos sendo crucificados? Será que podemos orar pelo perdão dos que estão tentando nos destruir? Será que temos fé suficiente para deixar o juízo nas mãos de nosso Pai celestial?
Do primeiro brado da cruz ecoa a única palavra sem a qual não podemos ser salvos: Perdão.
As Sete Palavras da Cruz. 2.ª - Hoje mesmo estarás comigo no paraíso.
2. HOJE MESMO ESTARÁS COMIGO... LUCAS 23.43
Pensar que em seu nascimento Jesus estava rodeado de bestas do campo, e agora, na hora da morte, é contado com a escória da humanidade.
Antes q/ qualquer pecador possa ser salvo, deverá reconhecer-se incapaz. O que aquele malfeitor podia fazer por si mesmo? Não podia caminhar pelas sendas da justiça, pois havia prego atravessando cada um de seus pés. Não podia executar nenhuma boa obra, pois havia um prego atravessando cada uma das mãos. Não podia começar vida nova e viver melhor, pois que está morrendo.
Aos vitupérios que foram lançados sobre Jesus pela multidão, o Senhor não prestou atenção. Ao desafio insolente dos sacerdotes para que descesse da cruz, ele não deu resposta alguma. Mas à oração desse ladrão contrito e confiante Jesus se atentou.
Que dia teve aquele ladrão! Pela manhã, ele estava sendo, com justiça, crucificado. Ao anoitecer, foi recebido no Paraíso por Jesus.
Esses ladrões representavam toda a raça humana. Em última análise, o mundo não é dividido geográfica, econômica ou racialmente. Não podemos traçar uma linha separando as pessoas mais ou menos boas das mais ou menos más. Todas as raças, nações e culturas estão divididas pela cruz. De um lado, estão os que crêem, do outro, os que rejeitam.
O céu e o inferno não são lugares distantes de nós. Tudo depende de como nos comportamos em relação a Jesus.
Com Cristo ou Sem Cristo, estamos todos crucificados. E existem Cruzes de Blasfêmia. Mas, também existem Cruzes de Paraíso.
O perdão dado a um dos malfeitores lembra-nos que há mais graça no coração de Deus do que pecado em nosso passado.
Basta transferirmos nossa confiança para aquele que guarda as chaves do Paraíso. Deus não promete uma tranqüila passagem pela trilha da morte, mas uma chegada segura.
Pensar que em seu nascimento Jesus estava rodeado de bestas do campo, e agora, na hora da morte, é contado com a escória da humanidade.
Antes q/ qualquer pecador possa ser salvo, deverá reconhecer-se incapaz. O que aquele malfeitor podia fazer por si mesmo? Não podia caminhar pelas sendas da justiça, pois havia prego atravessando cada um de seus pés. Não podia executar nenhuma boa obra, pois havia um prego atravessando cada uma das mãos. Não podia começar vida nova e viver melhor, pois que está morrendo.
Aos vitupérios que foram lançados sobre Jesus pela multidão, o Senhor não prestou atenção. Ao desafio insolente dos sacerdotes para que descesse da cruz, ele não deu resposta alguma. Mas à oração desse ladrão contrito e confiante Jesus se atentou.
Que dia teve aquele ladrão! Pela manhã, ele estava sendo, com justiça, crucificado. Ao anoitecer, foi recebido no Paraíso por Jesus.
Esses ladrões representavam toda a raça humana. Em última análise, o mundo não é dividido geográfica, econômica ou racialmente. Não podemos traçar uma linha separando as pessoas mais ou menos boas das mais ou menos más. Todas as raças, nações e culturas estão divididas pela cruz. De um lado, estão os que crêem, do outro, os que rejeitam.
O céu e o inferno não são lugares distantes de nós. Tudo depende de como nos comportamos em relação a Jesus.
Com Cristo ou Sem Cristo, estamos todos crucificados. E existem Cruzes de Blasfêmia. Mas, também existem Cruzes de Paraíso.
O perdão dado a um dos malfeitores lembra-nos que há mais graça no coração de Deus do que pecado em nosso passado.
Basta transferirmos nossa confiança para aquele que guarda as chaves do Paraíso. Deus não promete uma tranqüila passagem pela trilha da morte, mas uma chegada segura.
As Sete Palavras da Cruz. 3.ª - Mulher, eis aí o teu filho.
3. MULHER, EIS AÍ O TEU FILHO... JOÃO 19.26
Quão aguda foi aquela espada a perfurar aqule coração maternal! Sentiu felicidade tal como nunca em um nascimento humano, Sentiu tristeza tal como nunca em uma morte tão desumana. E Maria sofreu em absoluto silêncio.
Via a coroa de espinhos, mas não podia removê-las; Via os cravos, mas não lhe foi permitido retirá-los; Via os machucados, mas não podia aliviar a dor do filho. Ouvia o escárnio, mas não tinha como calar a multidão. Era sempre perigoso demonstrar afeto a um homem que os romanos considerassem digno de crucificação. Mas ela ficou ao seu lado, pois, embora fosse ridicularizado e tratado como criminoso, ela o conhecia melhor.
Você teria tomado conta de Maria se Jesus lhe tivesse pedido? “Mas é claro!”, você diria. Mas como podemos ter certeza? Temos essa oportunidade todos os dias. Quando Jesus foi interrompido por um homem que queria lhe dizer que sua mãe e seus irmãos procuravam por ele, Jesus fez uma espantosa declaração.
“Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?’ [...] Então olhou para os que estavam assentados ao seu redor e disse: ‘Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe’” (Mc 3.33-35).
Eis aí a sua mãe... João aprendeu que quando alguém se aproxima da cruz de Cristo recebe nova responsabilidade.
Quão aguda foi aquela espada a perfurar aqule coração maternal! Sentiu felicidade tal como nunca em um nascimento humano, Sentiu tristeza tal como nunca em uma morte tão desumana. E Maria sofreu em absoluto silêncio.
Via a coroa de espinhos, mas não podia removê-las; Via os cravos, mas não lhe foi permitido retirá-los; Via os machucados, mas não podia aliviar a dor do filho. Ouvia o escárnio, mas não tinha como calar a multidão. Era sempre perigoso demonstrar afeto a um homem que os romanos considerassem digno de crucificação. Mas ela ficou ao seu lado, pois, embora fosse ridicularizado e tratado como criminoso, ela o conhecia melhor.
Você teria tomado conta de Maria se Jesus lhe tivesse pedido? “Mas é claro!”, você diria. Mas como podemos ter certeza? Temos essa oportunidade todos os dias. Quando Jesus foi interrompido por um homem que queria lhe dizer que sua mãe e seus irmãos procuravam por ele, Jesus fez uma espantosa declaração.
“Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?’ [...] Então olhou para os que estavam assentados ao seu redor e disse: ‘Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe’” (Mc 3.33-35).
Eis aí a sua mãe... João aprendeu que quando alguém se aproxima da cruz de Cristo recebe nova responsabilidade.
As Sete Palavras da Cruz. 4.ª - Deus meu, Deus meu...
4. DEUS MEU, DEUS MEU... MATEUS 27.46
“Eloí, Eloí, lamá sabactâni?” Os circunstantes de fala grega entenderam mal as suas palavras e pensaram que ele chamava por Elias. E ainda hoje muitos entendem mal o que ele disse.
O salmo XXII é um cântico de esperança. O clamor do inicio: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? é um grito de dor; mas não desespero. Tal como os violentos soluços de Jó e de Jeremias, fala da angústia da alma que sente ter atingido os limites extremos de sua própria resistência.
Este é um grito de angústia, não de revolta, é o começo de um canto que fala do triunfo do messias.
Não é de admirar que Lutero, ao contemplar esse texto, tenha ficado aflito com esse mistério, exclamando:“Deus abandonando Deus. Nenhum homem pode compreender isso!”.
Mas que toda alma crente dê a resposta: ele adentrou as terríveis trevas para que eu pudesse andar na luz; ele bebeu o cálice de angústia para que eu pudesse beber o cálice do gozo; ele foi abandonado por Deus para que eu pudesse ser perdoado! (A. W. Pink)
Cristo foi desamparado por Deus por um tempo para que nós pudéssemos desfrutar da Sua presença para sempre.
“Eloí, Eloí, lamá sabactâni?” Os circunstantes de fala grega entenderam mal as suas palavras e pensaram que ele chamava por Elias. E ainda hoje muitos entendem mal o que ele disse.
O salmo XXII é um cântico de esperança. O clamor do inicio: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? é um grito de dor; mas não desespero. Tal como os violentos soluços de Jó e de Jeremias, fala da angústia da alma que sente ter atingido os limites extremos de sua própria resistência.
Este é um grito de angústia, não de revolta, é o começo de um canto que fala do triunfo do messias.
Não é de admirar que Lutero, ao contemplar esse texto, tenha ficado aflito com esse mistério, exclamando:“Deus abandonando Deus. Nenhum homem pode compreender isso!”.
Mas que toda alma crente dê a resposta: ele adentrou as terríveis trevas para que eu pudesse andar na luz; ele bebeu o cálice de angústia para que eu pudesse beber o cálice do gozo; ele foi abandonado por Deus para que eu pudesse ser perdoado! (A. W. Pink)
Cristo foi desamparado por Deus por um tempo para que nós pudéssemos desfrutar da Sua presença para sempre.
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